Em muitos negócios, quem mais viaja não está em voos internacionais, mas na rodovia: vendedores, técnicos, consultores e supervisores que cruzam cidades diariamente para manter a operação de pé. Essa mobilidade intensa costuma ser gerida de forma fragmentada – com reservas feitas direto pelos colaboradores, reembolsos complexos e pouca visibilidade de risco, fadiga e custo real.
Neste artigo, vamos mostrar como a R3 ajuda empresas a profissionalizar a gestão do time de campo, usando BI, IA do R3 Insights e indicadores ESG para trazer previsibilidade, segurança e qualidade de vida para quem vive na estrada.
1. Por que o time de campo merece um olhar específico
A jornada do time de campo é muito diferente da típica “viagem de diretoria”:
- vários deslocamentos curtos por semana, muitas vezes de carro, táxi, aplicativo ou ônibus;
- pernoites rápidos em cidades menores, com pouca oferta de hotel padrão corporativo;
- rotinas que misturam visitas técnicas, atendimento emergencial e reuniões comerciais.
Quando essa realidade é tratada como “mais do mesmo”, a empresa perde o controle de custos, aumenta o desgaste do colaborador e assume riscos de segurança e compliance sem perceber.
2. Centralizar dados de deslocamento: o primeiro passo
Antes de otimizar, é preciso enxergar. A R3 ajuda a concentrar, no BI, as informações de mobilidade do time de campo:
- reservas de hospedagem, locação de veículos e bilhetes rodoviários;
- gastos com aplicativos de transporte, combustível e pedágio;
- diárias, reembolsos e despesas de alimentação em rota.
Com tudo no mesmo ambiente, o gestor consegue visualizar padrões de deslocamento, cidades mais visitadas, trechos críticos e concentração de viagens por colaborador.
3. O que a IA do R3 Insights enxerga que a planilha não vê
O R3 Insights analisa esses dados de mobilidade com machine learning e entrega relatórios estratégicos para o gestor, destacando pontos que dificilmente apareceriam em uma planilha manual.
Alguns exemplos de insights que podem surgir:
- colaboradores com carga de viagens acima do saudável em determinados períodos;
- rotas que poderiam ser reorganizadas em clusters regionais, reduzindo deslocamentos repetidos;
- cidades onde a escolha recorrente de hospedagem aumenta custo sem ganho real de conforto;
- padrões de remarcação ou cancelamento que indicam falhas de planejamento de agenda.
Esses alertas vêm acompanhados de explicações e recomendações práticas, em linguagem acessível, para apoiar decisões de ajuste de rota, agenda e política.
4. Reduzindo desgaste físico e emocional de quem vive na estrada
Mobilidade mal gerida tem impacto direto em saúde mental, produtividade e segurança.
A partir dos dados, o gestor consegue estabelecer princípios mais humanos, por exemplo:
- limitar o número de noites fora de casa em sequência, por função ou região;
- evitar agendas que obriguem deslocamentos longos após um dia de trabalho intenso;
- priorizar hospedagens que ofereçam condições mínimas de descanso e estrutura para trabalho remoto.
Com o apoio da R3, é possível traduzir esses princípios em regras claras, sem engessar o negócio, mas protegendo quem gera receita na ponta.
5. Mobilidade do time de campo também é ESG
Cada deslocamento gera emissões de CO₂, e a soma da mobilidade do time de campo costuma ser relevante no inventário das empresas.
O módulo ESG da R3 calcula automaticamente as emissões de CO₂ por tipo de viagem, rota e colaborador, incluindo deslocamentos rodoviários, hospedagens e outros componentes de mobilidade.
Os relatórios também mostram quantas árvores seriam necessárias para compensar esse impacto, trazendo o tema para uma linguagem que faz sentido para áreas de sustentabilidade, conselhos e relatórios de ESG.
Isso permite, por exemplo:
- comparar diferentes formatos de roteirização (menos viagens curtas x mais visitas concentradas) também sob a ótica ambiental;
- definir metas de redução de emissões específicas para times de campo;
- dar transparência ao impacto da mobilidade em relatórios anuais.
6. Integração com áreas de negócio: vendas, operações e RH
A grande virada acontece quando dados de mobilidade se conectam com outras bases da empresa:
- cruzar visitas com resultados comerciais em determinada região;
- entender como o volume de deslocamentos impacta indicadores de saúde, absenteísmo e turnover;
- negociar metas e rotinas junto com liderança comercial e operacional, usando dados em vez de percepções soltas.
Com o BI e o R3 Insights, o gestor de viagens deixa de ser “quem compra passagens” para se tornar parceiro em discussões de produtividade e estratégia de crescimento.
Conclusão e CTA
Cuidar da mobilidade do time de campo é cuidar diretamente da receita e da saúde da operação. Quando a empresa passa a olhar para esses deslocamentos com apoio de BI, IA do R3 Insights e indicadores ESG, deixa de apagar incêndios e ganha um programa de viagens realmente alinhado ao negócio.
Se você quer enxergar o que acontece com o seu time de campo na prática – e não só nas notas de reembolso – fale com a R3 e conheça como nossa tecnologia pode transformar esses dados em decisões mais humanas e eficientes.



