O setor de viagens de negócios atravessa sua transformação mais profunda desde a digitalização das reservas. Se em anos anteriores falávamos em “retomada”, hoje o foco é otimização inteligente. Em 2026, viajar a trabalho não é mais apenas uma questão de deslocamento, mas uma ferramenta estratégica de retenção de talentos e geração de receita.
Na R3 Viagens, eleita uma das 10 melhores agências de viagens corporativas do Brasil e única com o rigor da certificação ISO 27001, acompanhamos essa evolução na ponta. Com o suporte da nossa inteligência de dados, o R3 Insights, e mais de 170 avaliações 5 estrelas, apresentamos as tendências que estão moldando o travel management para o biênio 2026-2027.
1. O cenário atual das viagens corporativas: A Era da Intencionalidade
O cenário pós-pandemia evoluiu para o que os analistas chamam de “Viagens Intencionais”. Não se viaja mais “por rotina”. De acordo com dados recentes da Global Business Travel Association (GBTA), embora o volume de viagens tenha atingido e superado os níveis de 2019 em termos de investimento nominal, o comportamento mudou: as viagens são agora mais longas e multifuncionais.
As empresas aprenderam a equilibrar o digital e o presencial. O resultado é um mercado que exige das TMCs (Travel Management Companies) uma capacidade analítica superior para justificar o ROI (Retorno sobre Investimento) de cada bilhete emitido.
2. Tendências de comportamento do viajante corporativo
Em 2026, o viajante corporativo é o protagonista. O foco saiu estritamente do custo e migrou para a experiência e bem-estar.
- A Evolução do Bleisure para o “Work from Anywhere”: O antigo conceito de emendar o fim de semana (bleisure) evoluiu. Hoje, políticas modernas permitem que o colaborador estenda sua permanência em uma cidade para trabalhar remotamente por uma semana, integrando-se à cultura local sem perder a produtividade.
- Bem-estar e Saúde Mental: Itinerários que ignoram o fuso horário ou o descanso do colaborador estão sendo abolidos. Empresas líderes estão priorizando voos que respeitem o ciclo circadiano e hotéis com infraestrutura de wellness (academia, alimentação saudável e isolamento acústico).
- Autonomia com Suporte: O viajante quer resolver tudo pelo celular (self-booking), mas exige que, em caso de imprevisto, um humano especializado assuma o controle. É o Modelo Híbrido que defendemos na R3.
3. Tecnologias emergentes no setor: Além do óbvio
A inovação nas viagens de empresas em 2026 é impulsionada por três pilares tecnológicos:
- IA Generativa e Preditiva (R3 Insights): A inteligência artificial não apenas reserva; ela prevê. O sistema agora alerta o gestor: “Baseado na oscilação de preços de 2027, recomendamos comprar este lote de passagens para o congresso de Londrina agora”.
- Identidade Digital e Biometria: O check-in em hotéis e o embarque em aeroportos através de biometria facial já são o padrão nos grandes hubs brasileiros e internacionais, reduzindo o tempo de espera em até 40%.
- Hyper-Personalização via Big Data: As ferramentas de OBT (Online Booking Tool) agora aprendem as preferências de cada colaborador, sugerindo automaticamente o hotel que ele prefere ou a poltrona do corredor que ele sempre escolhe, dentro da política da empresa.
4. Sustentabilidade e viagens conscientes: O ESG na prática
A sustentabilidade deixou de ser um selo no rodapé para se tornar um KPI financeiro.
- SAF (Sustainable Aviation Fuel): Em 2026, empresas estão optando por parcerias com companhias aéreas que utilizam combustíveis sustentáveis, mesmo com um prêmio no preço, para atingir suas metas de descarbonização.
- Calculadoras de Carbono em Tempo Real: Na R3, entregamos relatórios que convertem o trajeto em emissão de CO₂ e sugerem a compensação imediata ou a troca para modais menos poluentes (como o trem de alta velocidade em rotas europeias ou ônibus executivos em trechos curtos).
- Certificações de Sustentabilidade Hoteleira: Políticas de viagens agora barram hotéis que não comprovem gestão de resíduos e eficiência energética.
5. Mudanças nas políticas corporativas: De rígidas a dinâmicas
A política de viagens de 2027 não é um PDF estático; é um algoritmo.
- Orçamentos Flexíveis: Em vez de um valor fixo por diária, a política se ajusta à média de mercado da cidade no dia da reserva (Dynamic Cap).
- Foco no Duty of Care: Com as mudanças climáticas gerando mais eventos extremos, a política prioriza a segurança. O rastreamento em tempo real e protocolos de extração rápida são itens obrigatórios de compliance.
- Incentivos ao Saving: Algumas empresas premiam o colaborador que escolhe opções mais econômicas ou sustentáveis, dividindo o valor economizado em forma de bônus ou benefícios.
6. O papel das agências no novo cenário: A Agência Consultiva
As agências que apenas “emitem passagens” estão desaparecendo. O futuro pertence às TMCs que atuam como consultoras estratégicas de negócios.
O diferencial da R3 Viagens neste cenário é a união da tecnologia robusta com a Segurança da Informação (ISO 27001). Em um mundo de dados integrados, proteger o itinerário de um CEO ou os dados do cartão corporativo é tão vital quanto conseguir uma tarifa promocional. As agências passam a ser guardiãs do compliance e da eficiência fiscal.
7. Previsões para os próximos anos (2026-2027)
| Tendência | Previsão de Impacto |
| IA Preditiva | Redução de até 15% nos custos logísticos por antecipação de demanda. |
| NDC (New Distribution Capability) | Personalização extrema de tarifas diretas entre aéreas e TMCs. |
| Trabalho Híbrido | Aumento de 20% em viagens para “encontros de cultura” e integração de times remotos. |
| ESG Mandatório | 80% das empresas do Fortune 500 exigirão relatórios de emissões em todas as viagens. |
8. Como se preparar para as mudanças?
Para não ser pego de surpresa pelo futuro do travel management, sua empresa deve:
- Digitalizar a Gestão: Se você ainda usa planilhas, está perdendo dinheiro e dados.
- Revisar a Política agora: Prepare sua política para 2027 focando em flexibilidade e segurança.
- Valorizar o Parceiro Certo: Escolha uma agência que tenha tecnologia proprietária (como o R3 Insights) e suporte humano 24/7.
- Focar em Dados: Use o BI para entender o comportamento de viagem antes de tentar cortar custos. O corte cego gera insatisfação; o corte inteligente gera lucro.
FAQ: Quais as tendências em viagens corporativas?
1. O que é a tendência de “viagens intencionais”?
É o movimento onde cada viagem é validada por um objetivo claro de negócio (ROI), priorizando reuniões que não podem ser resolvidas por vídeo e estendendo a permanência para otimizar o custo do deslocamento.
2. Como a IA impacta o futuro das viagens?
A IA atua na automação de processos, suporte 24/7 via chatbots inteligentes e, principalmente, na análise preditiva de preços, garantindo que a empresa compre sempre na melhor janela de oportunidade.
3. Por que a sustentabilidade é vital para 2027?
Devido às regulamentações globais de ESG, empresas que não reportarem o impacto ambiental de suas viagens sofrerão sanções financeiras e perda de valor de mercado.
Conclusão
O futuro das viagens corporativas não é sobre voar menos, mas sobre voar melhor. Em 2026 e 2027, o sucesso da gestão de viagens dependerá da capacidade de integrar tecnologia invisível, suporte humano caloroso e consciência ambiental.
Na R3 Viagens, já estamos vivendo esse futuro. Se sua empresa busca uma gestão que combine economia de até 30%, segurança ISO 27001 e a inteligência do R3 Insights, você está no lugar certo.
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