Bleisure com responsabilidade e visão ESG

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O bleisure – quando uma viagem de negócios emenda alguns dias de lazer – deixou de ser exceção e passou a ser desejo declarado de muitos colaboradores que passam boa parte do tempo na estrada. Enquanto algumas empresas ainda tratam o tema como tabu, outras já entenderam que ele pode ser um aliado na retenção de talentos, no bem‑estar e até na comunicação de ESG, desde que bem estruturado.

Neste artigo, você vai ver como desenhar uma política de bleisure clara, segura e conectada a indicadores de CO₂, usando a inteligência de dados da R3 para enxergar impactos e oportunidades.


1. Por que bleisure importa para a empresa (e não só para o viajante)

Quando bem organizado, o bleisure:

  • melhora a percepção de cuidado da empresa com quem viaja com frequência;
  • ajuda na atração de profissionais que veem viagem como parte da carreira;
  • reduz a sensação de “cansaço permanente” de quem sai e volta em deslocamentos intensos.

Em contrapartida, se não houver regras, aumenta o risco jurídico, financeiro e reputacional. Daí a importância de tirar o tema da informalidade e trazê‑lo para a política.


2. Definindo quem paga o quê

O primeiro bloco da política deve responder, com objetividade, a três perguntas:

  1. O que a empresa paga?
  2. O que o colaborador paga?
  3. Em que situações a extensão não é permitida?

Alguns caminhos comuns:

  • a empresa custeia apenas o período estritamente necessário à agenda de trabalho, em classe/tipo de hospedagem definidos na política;
  • qualquer diária extra, acompanhantes, passeios, upgrades e mudanças que encareçam o trecho original são custeados pelo colaborador;
  • casos específicos (como eventos críticos, viagens de alto risco ou agendas muito sensíveis) podem ter bleisure proibido por padrão, para proteger o próprio viajante.

Com essa base, o financeiro consegue processar as despesas sem dúvidas, e o colaborador sabe exatamente como se planejar.


3. Segurança, responsabilidade e seguros

Bleisure não é só uma questão de custo: envolve proteção do colaborador e da empresa. É importante alinhar:

  • se o seguro corporativo cobre todo o período da viagem, incluindo os dias de lazer, ou apenas o trecho da agenda de trabalho;
  • o que acontece em caso de sinistro durante atividades recreativas;
  • quais destinos ou períodos exigem avaliação de risco mais rigorosa (por clima, eventos locais, instabilidade etc.).

A R3 pode apoiar essa configuração com informações de risco por destino e integração com o duty of care, para que o gestor saiba onde cada viajante está, mesmo quando a viagem foi estendida.


4. Formalizar sem engessar

Uma boa política de bleisure deve ser simples de usar. Algumas práticas que funcionam bem:

  • formulário rápido no momento da solicitação, indicando intenções de extensão, datas e contato durante o período de lazer;
  • aceite digital da política de bleisure, reconhecendo responsabilidades financeiras e de seguro;
  • registro dessa informação no sistema da TMC, garantindo rastreabilidade e possibilidade de suporte em caso de imprevistos.

Quanto mais fluido for o processo, mais os colaboradores tendem a seguir o caminho oficial, reduzindo “acordos paralelos” difíceis de gerenciar.


5. Conectando bleisure ao ESG com dados de CO₂

Ao falar de bleisure, vale olhar também para o impacto ambiental. O módulo ESG da R3 calcula automaticamente as emissões de CO₂ por viagem, colaborador e centro de custo, e ainda mostra quantas árvores seriam necessárias para compensar aquele impacto.

Isso permite, por exemplo:

  • entender se extensões de viagem aumentam a pegada de carbono ou, em alguns casos, reduzem deslocamentos extras (como dois voos separados);
  • construir políticas que incentivem escolhas mais sustentáveis (como aproveitar viagens já programadas para resolver vários compromissos na mesma região);
  • incluir o tema nas conversas com comitês ESG, com dados concretos e linguagem acessível.

6. Medindo resultados e ajustando a rota

Uma política viva precisa ser revisitada. Alguns indicadores úteis:

  • percentual de viagens com bleisure;
  • satisfação declarada do viajante;
  • incidentes, conflitos ou dúvidas registradas pelo atendimento;
  • impacto em emissões de CO₂ e custos totais da viagem.

Com o suporte do BI da R3 e do R3 Insights, o gestor recebe esses números já consolidados e comentados, o que facilita a tomada de decisão sobre ajustes de regra, comunicação ou processos.


Bleisure não precisa ser motivo de insegurança para o gestor de viagens. Com regras claras, fluxo simples e indicadores ESG na mesa, ele pode se tornar um benefício valorizado pelos colaboradores e um diferencial competitivo na cultura da empresa.

Se você quer estruturar ou revisar sua política de bleisure com base em dados e boas práticas, fale com a R3 e conheça como nossa combinação de BI, R3 Insights e módulo ESG pode apoiar esse desenho.

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Depoimentos

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